Autor: José Adão Ribeiro
07/07/2026 • Soneto
Não tem som alto, nem voz que forceje,
nasce suave, do fundo do ser;
é a melodia que a alma canta e deseja,
quando o coração sabe bem o que quer.
Vem do toque, vem do olhar que se encontra,
do jeito calmo de estar junto e amar;
cada nota é paz que nos encontra,
cada verso é o nosso jeito de estar.
É a harmonia de dois seres iguais,
que sentem a vida correr sem parar;
prazer que é doce, que é bom e que é real,
a mais bela canção para se cantar.
Ela soa forte dentro da gente,
não precisa palco, nem outro lugar:
o prazer de amar você, simplesmente,
é a canção que eu sempre vou cantar!