Autor: José Adão Ribeiro
Data: 09 de julho de 2026
Culpas antigas pesam no peito,
erros que eu julgava sem remédio;
mas tu pagaste todo o preço feito,
e do fardo fizeste o meio‑térreo,
deixaste o caminho mais sério e médio.
Não cobras o que já foi pago,
não apontas o que já passou;
o teu perdão é dom sagrado,
que limpa a mancha, que cura o dano,
e faz o coração novo e são.
Que eu saiba também perdoar,
como tu me perdoaste sem medida;
dar a liberdade, não julgar,
viver a graça que me deste na vida,
e andar na paz prometida.