Autor: José Adão Ribeiro
A roda se abre devagarinho,
todos entram com respeito.
Canto que vem de longe,
canto que mora no peito.
Mão na mão, pé no chão,
a roda gira sem parar.
Cada um traz seu canto,
cada canto é um lugar.
Quando a roda se fecha,
ninguém fica para trás.
O canto é nossa união,
a nossa força é capaz.
— José Adão Ribeiro